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Música | Fast Review — The Big 4 — CD/DVD/BR

The Big 4 é a união das quatro mais importantes bandas de Trashmetal do mundo, onde eles fizeram uma série de shows inesquecíveis. Anthrax, Megadeth, Slayer e Metallica nunca haviam tocado juntos em um único concerto fazendo dessa união algo inesquecível na história da música. Em quase 4hs de show, as bandas fizeram seus shows separadas começando com Anthrax, vindo com Megadeth, Slayer e fechando com Metallica. Eis que comentarei brevemente a apresentação de cada:

Anthrax: Para mim uma das melhores bandas do Big Four, o mais despojado dos sons e que fez um show incrível mesmo com a ausência de John Bush. Bush que saiu da banda faz alguns anos foi substituído por Dan Nelson, voltou para alguns shows incluindo por parte do show do Big Four e saiu para a volta do primeiro vocalista Joey Belladonna. O CD então é com Joey Belladonna que faz muito bem os vocais, ajudando os companheiros a fazer um show sensacional, mesmo não conseguindo substituir John Bush na música Only. No total são 10 músicas (a menor apresentação do festival) onde tocam clássicos como Caught in a Mosh, Be All End All, Got the Time e I am the Law. Nota 8. Josh Bush faz falta!

Megadeth: Show muito bom, foram no total 12 clássicos entre Holy Wars… The Punishment Due, A Tout Le Mond e Symphony of Destruction. Há um problema no CD que ao meu ponto de vista eu deixo passar numa boa, mas cai a realidade da coisa. Os vocais de Dave Mustaine foram regravados em estúdio para o lançamento do CD / DVD. Que coisa não? Mas no geral foi um show muito bom, bem rápido, algo que não dá vontade de parar de ouvir. Nota 7,5.

Slayer: Slayer é uma banda difícil, ou a pessoa ama ou odeia. Os CDs estão cada vez mais pesados o que não chega a ser um ponto positivo pra mim, tanto que eu ouço sempre os clássicos como Show No Mercy e Rainning Blood. O show não está pesado como um show normal deles, lembra muito uma volta ao passado, é engraçado falar isso. Adorei o show do Slayer, tocam 12 clássicos como World Painted Blood, Seasons in the Abyss, South of Heaven e Rainning Blood. Fodástico, sensacional. Nota 9.

Metallica: A maior apresentação do CD / DVD — Blu-Ray. 18 músicas que variam de clássicos e mais atuais como Seek & Destroy, Master od Puppets, Sad But True e Fade to Black. O show é sensacional como todo show do Metallica, puta energia, e com uma parte extra que mata. Em Am I Evil, muitos integrantes de todas as bandas entram e tocam junto, Dave Lombardo na bateria, Dave Mustaine na guitarra e por ai vai. Inesquecível com certeza, porém faltou muita gente do Slayer no palco. Nota 9.

No geral o CD quíntuplo é perfeito, porém o pacote é bem caro. US$ 149,99 pelo pacote de CD e DVD é um preço bem exagerado. O DVD custa US$ 25 e o Blu-Ray US$ 29,99 separados. De qualquer forma é um belo pacote, excelente mixagem nos shows, qualidade de filmagem e câmeras de excelente nível. Para quem é fã, indico a compra, um material de primeira linha.

Game | Fast Review — Vanquish

Você é daqueles que como eu gosta de dar uma jogadinha antes de dormir? Então Vanquish não é para você. Sério, não dá para jogá-lo esperando o sono bater, porque o sono não vai bater. É adrenalina pura, uma correria do cão, tiro de tudo que é lado, ação rápida e ininterrupta. Se eu pudesse mudar a tradução de adrenalina no dicionário, seria Vanquish. Vanquish foi desenvolvido pela Platinum Games, a japonesa que vem surpreendendo com excelentes títulos como Bayonetta e MadWorld; E traz mais um jogo inspiradíssimo e muito divertido.

Vanquish é um jogo em terceira pessoa, onde você pode se esconder atrás de objetos, pode disparar sem muita mira ou mirando diretamente no inimigo, onde funciona muito bem todo sistema de tiro. O jogo lembra muito Gears of War ao se jogar, com algumas coisas a mais e outras a menos. Gears ainda deixa você mais dentro da ação, parecendo realmente estar no campo de batalha. Em Vanquish o combate corpo a corpo não funciona muito bem como em Gears, onde é facilmente possível acertar os inimigos de longe e perto da mesma forma, ou serrar eles com a Lancer. Vanquish tem até um botão para bater nos inimigos, mas a ação não funciona perfeitamente. Além de tudo isso, o jogo conta com um sistema de locomoção rápida para sair do meio do fogo cruzado, onde o personagem principal dá uma espécie de carrinho com uma turbina nas costas. Bem interessante e útil e deixando tudo mais frenético.

Graficamente é um belo jogo, alguns cenários são repetitivos, mas não chegam a cansar. Há muita coisa para destruir ou ser destruída pelos inimigos. Todo visual do jogo é bem futurista, algumas partes lembram muito HALO inclusive. O som do jogo é muito bom, boas músicas eletrônicas mescladas com rock que empolgam mais a ação ao decorrer do jogo. O resto dos sons são bem elaborados, boas dublagens, no geral toda parte técnica do jogo é bem caprichada como tudo que a Platinum Games tem feito.

A história do jogo no geral é boa, mas tem umas partes extremamente forçadas. Sinceramente? Muitas dessas coisas forçadas são legais, lembram coisas de jogos japoneses que morreram com o tempo. Primeiro que o personagem principal Sam Gideon é fumante, qualquer cena de muito tiroteio, ele acende um cigarro e fala umas asneiras com tom de comédia. Muitas das cenas faladas são assim, ou ficam limitadas a “troca de elogios”. Frases forçadas, infames e desrespeitosas fazem parte do enredo do jogo. No geral Vanquish é um jogaço, me divertiu do começo ao fim e to pensando até em desembolsar e comprá-lo pois vale muito a pena. Não tem nada de Multiplayer, tem alguns probleminhas e a história fica bem aberta a uma continuação, espero que teremos um Vanquish 2 no futuro!

Produtora: Platinum Games
Distribuidora: SEGA Corp.
Distribuidora no Brasil: NC Games
Gráficos: 9
Jogabilidade: 9
Som: 9
História: 8
Nota-Geral: 9
(não é uma média)

O jogo esta disponível para Xbox 360 e Playstation 3 e foi testada a versão de Xbox 360. Agradecimento especial a NC Games por ter cedido o jogo para análise.

Filme | Fast Review — Tron — O Legado


Eu não sou lá uma das pessoas que mais entendem de cinema (leia-se comum, não um Pablo Villaça), mas acho que a coisa mais difícil do mundo é fazer a continuação de um filme. Você pega Matrix por exemplo, o primeiro é excelente, o segundo é ruim e o terceiro péssimo. Mas em contra partida você pega Toy Story, o primeiro eu acho bom (sim, só bom), o segundo é excelente e o terceiro é fantástico. Agora imaginem a bucha que é fazer a continuação de um filme que foi um marco e para piorar 28 anos depois. Pois é, segue minha análise leve do que eu achei de “O Legado”.

O primeiro Tron é um filme difícil, é utópico em diversos aspectos. Ele é um filme lento para desenrolar a história, dá uma viajada grande do que poderia ser a informática hoje, mas trouxe muitas novas ideias para o cinema mundial. Não estou dizendo que é um filme ruim, é um filme difícil mesmo. Segue um ritmo diferente, cenas de ação lindas, cenas de muita falação. A história é boa, narra bem o começo de algo que realmente poderia ter uma continuação, porém tudo isso ficou guardado em uma gaveta empoeirada lá na Disney. 28 anos depois está ai, a continuação pronta, lançada e vista. O que dizer? Eu sai decepcionado, era como ver um amigo te traindo sabe? O filme não tem o mesmo ritmo, é tudo muito rápido. As cenas de conversação são muito pomposas, tudo tem muita pose. O moleque Sam Flynn (Garrett Hedlund, de Tróia e Eragon) constantemente está em ótimos closes, sei lá, eu achei extremamente bizarro. A história que praticamente não existe, é realmente ruim. O filho vai atrás do pai, chega lá cheio de malandragem, acha o pai e tudo desenrola em um erro da Qorra (Olivia Wilde, a XX de House) e pronto. Estou tentando evitar qualquer spoiler, se falei demais me desculpem. Jeff Bridges (Kevin Flynn dos dois Trons) faz um papel meio bobo, acho que na verdade os personagens fazem papéis bobos no geral. O veterano melhora no papel de CLU, o inimigo / irmão gêmeo digital de Kevin.

Infelizmente vi o filme em 2D, não sei como seria em 3D pois o visual é espetacular. Tudo muito escuro como no primeiro, com o mesmo conceito de iluminação dos personagens como se fosse neons. As motos foram aprimoradas, estão mais atuais e lindas. No geral tudo está mais moderno, o que era de se esperar, afinal de contas os sistemas se atualizam certo? Então se você acha importantíssimo o visual em um filme, TRON — O Legado é o seu filme. As motos deixam aqueles rastros e agora eles parecem levemente liquidos, há muita coisa visual baseado em água, até a fogueira na casa do Kevin Flynn é de água. As cenas de luta com o disco, as corridas de moto, os cenários das cidades, tudo muito lindo. Agora, o que é espetacular é a maquiagem feita no ator Jeff Bridges para torná-lo jovem como no primeiro filme, ficou perfeito. Parabéns a quem teve essa idéia mirabolante. A música e os efeitos são divinos. Daft Punk né? Tem até uma cena com eles no filme. Ponto positivo, ficou maravilhoso. Capturaram todo o espírito do filme (ou do que deveria ser o filme) e fizeram essa trilha fodástica.

No geral eu até gostei do filme, me deu vontade de ver novamente em 3D. Eu não indico ver dublado, ficou horrível. Parece filme tosco de sessão da tarde. Agradecimentos especiais ao Rodrigo Tadeu do site Inside Games por ter cedido os convites e pela Disney ter cedido a ele os convites. :) Se alguma distribuidora de games quiser me emprestar/dar o Tron Evolution para X360, eu faço um review bem bacana. ;)

Filme | Fast Review — Príncipe da Pérsia — As Areias do Tempo

Nós sabemos normalmente que raramente um filme baseado em jogo presta né? E o que falar do tal Principe da Persia? Olha, adicionem mais um a lista de fraquinhos, pois o filme realmente não empolga em nada. Quando vi as fotos durante a produção do filme, fiquei muito empolgado, o ator Jake Gyllenhaal estava perfeito, com cara e tipicamente vestido de “Príncipe”. Mas algo eu reclamei mesmo: “Porque o ator está vestido de Warrior Within?” Melhor eu explicar antes que complique mais minha análise. Prince of Persia é uma série de jogos, baseado em diferentes “universos” se assim podemos dizer. Há 3 trilogias, sendo duas delas já completas e deixando claro que nenhuma dessas trilogias tem relação de história e enredo uma com a outra. O filme é baseado no primeiro capítulo da segunda trilogia, o considerado renascimento da série pelas mãos da empresa francesa Ubisoft e desenvolvido pela melhor equipe que a empresa possui, o estúdio de Montreal no Canadá. Dessa segunda trilogia, “Sands of Time” é o melhor dos jogos. A história é mais leve com pitadas boas de humor, ele usa a adaga do tempo para evitar morrer, e enfrenta uma leva boa de inimigos bem variados e a história desenrola muito bem. A história se cruza muito com “aparições” da princesa no meio do percurso das fases e desenrola bem naturalmente, sem nenhum elemento de enredo errado para atrapalhar. Os outros dois jogos que são “Warrior Within” e o “Two Thrones”, são jogos mais violentos, com mais porrada, bem menos cenas acrobáticas de caminhar pela parede etc. Então imaginem que a Disney pegou o “recheio do bolo” de um dos melhores bolos que você já comeu e pode desenvolver um filme “perfeito” que poderia eliminar todas as babaquices de Uwe Boll e do resto que saiu bem errado quanto aos games em filmes. Mas o medo era grande, afinal é Disney né, e se houvesse algum sangue seria de menstruação e olhe lá. E realmente a Disney transformou algo bom, em um teenager movie onde nem bons atores conseguem desenvolver bons personagens.

Qual o problema? Jake Gyllenhaal tem cara de príncipe, mas não é “o príncipe”. Faz um papel xoxo, sem desenvoltura. Limitados bons diálogos, caras de mal cansativas e contracenar com uma princesa como a atriz Gemma Arterton? Ah não, pode parar. Ela é sonsa demais, péssima atríz, aquele “bico” siliconado dela não ajuda em nada. Faz bem até o papel de “princesinha emputecida”, mas ela é ruim, estraga o que o príncipe não está fazendo bem. Pior que o ator é bom demais, e ainda contracena com Alfred Molina que está excelente, Ben Kingsley que é sensacional e o razoavelmente desconhecido Richard Coyle, que eu sempre adoro o que ele faz. Resumindo, Prince of Persia — The Sands of Time é um passatempo acéfalo baseado em um dos melhores jogos de todos os tempos. Até as lindas músicas do jogo foram deixadas de lado e foram colocadas algo que não empolga. Cenários lindos, roupas maravilhosas… Você realmente se sente no universo Persa, mesmo com a mistura dos jogos etc. Visualmente é um filme lindo realmente, e com muito do universo do jogo. A foto abaixo mostra o artwork dos três jogos da segunda trilogia, o do meio seria o Warrior Within, bem semelhante ao príncipe do filme não?

Game | Fast Review — Fable III

Fable é uma daquelas séries únicas nos games, um jogo bem elaborado que vem evoluindo muito bem a cada versão. Acho que finalmente Fable III chega para ser o que realmente foi prometido para a primeira versão. Deixando claro que nenhum Fable foi decepcionante ok? O primeiro foi curto, cerca de 6 horas e ele era facilmente terminado. O segundo (que infelizmente joguei muito pouco) havia diversos problemas técnicos e com a história principal novamente curta. No terceiro esse problema foi corrigido, a história evolui muito bem e dura cerca de umas 12 horas. As quests paralelas assim como na segunda versão, fazem o jogo chegar facilmente nas 30 horas de jogo, quem gosta de explorar e levar o jogo adiante por um bom tempo, irá ter bastante jogo pela frente.

Fable é desenvolvido pela Lionhead Studios, empresa de um dos deuses no desenvolvimento de games Peter Molyneux. O Sr. Molyneux tem diversos trunfos nas mangas, mas ele capricha muito em dois elementos. Excelente qualidade de inteligência artificial e “poder” ao jogador. Sim, o seu personagem será poderoso, e não falo apenas de magias, armas… É poder no geral, liberdade, fazer o que bem entender. Quer casar? Case. Quer ter filhos? Tenha. Quer ser gay? Seja. Quer casar diversas vezes? O faça! Cansou do seu parceiro? Se separe, mate-o, faça o que bem entender. Fable lhe dá uma liberdade grande de fazer o que quiser, claro que com limitações para que o jogo se enquadre em algo normal. A inteligência artificial é um ponto muito marcante no jogo, os inimigos variam muito de estilo de ataque, defesa. Há inimigos bem “acéfalos” que vão pra cima e apanham muito sem se defender, há os que defendem pouco e esquivam mais, há os que defendem muito, e há também os que atacam bem em grupo.

A qualidade gráfica evoluiu bem comparado ao 2, ainda assim eu sinto que poderia ser melhor. Mas o jogo agrada, as cidades e áreas no geral são muito bonitas. Há problemas de slowdown, glitches gráficos e alguns problemas que imagino sejam corrigidos nos próximos paths de correção. Eu tive problemas de encontrar vilas vazias, sem ninguém por várias vezes. Se tinha uma quest para fazer com os “desaparecidos”, tinha que voltar mais tarde para tentar novamente. Mas de qualquer forma esses probleminhas não atrapalharam a estonteante viagem ao reino de Albion. Fable III me prendeu por 22 horas de jogo, errei diversos caminhos da história e esses erros são pagos nas conquistas, onde fiz só 635 pontos, perdendo descaradamente cerca de 200 pontos onde precisaria recomeçar o jogo. É um jogo excelente que não deve ser seguido com guia. Apesar de ser um RPG, é relativamente fácil e se adaptar ao jogo é algo rápido e simples, inclusive até para pessoas sem muita aptidão aos controles.

Minha personagem era gay e tive 7 casamentos pelo decorrer da vida de princesa e reinado. Algumas me abandonaram, outras foram mortas acidentalmente, com uma parceira adotei um filho e no final a rainha teve uma queda por um músico de um vilarejo qualquer onde casou e teve um filho.  A história principal se desenrola bem, com missões e quests bem diversificadas. Mas eu senti que em certos momentos, eram inseridas partes na história só para alongar e ter mais conteúdo. Sem problemas quando a isso, certo? Só para deixar clara minha opinião. A música do jogo é muito bonita, mudam de acordo com certas ações e certas fases. Os efeitos são repetitivos, mas é esperado em um jogo assim. As dublagens muito bem elaborados, dando um toque de muita classe ao jogo.

Fable trabalha muito com o lado bom e ruim do personagem, e esses elementos vão sendo mostrados de acordo com as ações que você toma no decorrer do jogo. No fim eu fui do bem, e tive poderes “angelicais”, acreditem, com isso eu perdi uma conquista de 50 pontos! Agora acho que um dos destaques do jogo, o que muitos podem achar até bobo. Eu achei a intro divina. Narra a história, com a fuga de uma galinha como exemplo. A idéia e a demonstração muito bem elaboradas, um destaque sutil a qualidade excelente do jogo.

Produtora: Lionhead Studios
Distribuidora: Microsoft Game Studios
Distribuidora no Brasil: Microsoft do Brasil
Gráficos: 8
Jogabilidade: 8
Som: 8
História: 9
Nota-Geral: 9
(não é uma média)

O jogo esta disponível exclusivamente para Xbox 360. Agradecimento especial a Microsoft do Brasil por ter cedido o jogo para análise.

Game | Fast Review — Lost Planet 2

Lost Planet é uma série bem diferente de muitas por ai. Ou o gamer ama, ou odeia. Muitos odiavam o excesso de cenários brancos do primeiro jogo por questão de todo o jogo se passar em fases de neve, porém a Capcom arrumou um jeito de corrigir esse problema na segunda versão do jogo. Tá, em primeiro plano funcionou diretamente no jogo, mas deixou alguns gaps violentos no enredo da história do game. Feito isso o jogo tem a intenção de ser O JOGO, e admito que é um dos títulos que eu mais esperava pra jogar esse ano. Porém, acho que a japonesada da Capcom viajou em diversos aspectos que acabaram com grande parte da graça do jogo.

Acho que o problema principal está em querer forçar o jogo a ser multiplayer constamentemente. Você pode jogar a campanha em single player? Dá sim, sozinho, com bots, com um amigo, com qualquer um; mas o jogo não tem pause. Quer mijar? Espera a fase acabar, e isso não é legal. O segundo problema que eu vi são as próprias fases. Há umas bem legais, com diversas coisas pra fazer, até atalhos e caminhos diferentes. Outras, fases de 40 segundos e pronto, acabou. Sem muita ação, sem nada que você fale “uau” sabe? Algo que quebra completamente o clima do jogo, pior que não são poucas fases assim não viu. Algumas ações “planejadas” fazem o jogo se tornar um saco, como o chefe da terceira fase. Você o mata parte a parte quase sem mudar nada, ai no final ele dá um bote, se você não levou um arranhão ele te mata mesmo assim. É legal? Eu não acho. A inteligência dos inimigos menores são bem limitadas, principalmente se tratando de humanos, os Akrids reagem um pouco melhor.

Pontos positivos? É divertidíssimo enfrentar os Akrids G, que são os chefões gigantes. A Capcom desenvolveu bem isso, transformou o combate em uma fase como se fosse uma arena, deixando a briga divertidíssima. Outra coisa legal é pilotar os mechs, ou chamados aqui de V-Suits ou simplesmente VS. Dependendo do VS que você utilizar o estilo de jogo muda bastante, e depende muito também se você prefere enfrentar tudo a pé ou em um VS. O sistema multiplayer do jogo é sensacional, com uma conexão mediana você consegue jogar tranquilamente em um deathmatch, coop etc. sem lag algum, nesse aspecto o jogo é realmente espetacular. O jogo possui ainda uma quantidade bem grande de colecionáveis como armas, roupas e isso é bem legal para quem gosta de coisas no estilo.

Graficamente é um belo jogo, bons detalhes visuais, lindos cenários e fases bem diversificadas (sem contar aquelas fases ridiculamente curtas). A música é linda a ponto de merecer download da trilha sonora, mas o som dos efeitos sonoros no geral são bem fracos e repetitivos, chegam a cansar bastante. A jogabilidade é muito boa, poucas falhas, nada que comprometa gravemente sua experiência de jogo.

O jogo muda bastante pelos níveis de dificuldade, o easy é muito fácil e completamente sem graça, o normal é legal, mas é ainda fácil. No hard é meio dureza, mas dá pra levar numa boa, com exceções a alguns chefes e apelações que não fazem sentido algum. Em coop com um ou mais amigos, o jogo fica mais divertido, mas nada que você realmente deixe a experiência ainda melhor sabe? No geral, eu acho que Lost Planet 2 é um bom jogo para se alugar, pegar emprestado e talvez comprar se você realmente não ligar pros problemas que eu listei. Eu admito que comprarei um dia, deixa baixar… ;)

Produtora: Capcom
Distribuidora: Capcom
Distribuidora no Brasil: NC Games
Gráficos: 9
Jogabilidade: 8
Som: 7
História: 7
Nota-Geral: 6
(não é uma média)

O jogo esta disponível para Xbox 360 e Playstation 3 e foi testada a versão de Xbox 360. Agradecimento especial a NC Games por ter cedido o jogo para análise.

Game | Fast Review — Aliens vs. Predator

A Rebellion Games foi responsável pela excelente versão de PC do jogo em 1999 e suas breves continuações. Felizmente a série, tanto a antiga como esse provável retorno, dão um cacete na versão dos cinemas que possui péssimos atores, história boba e uma pancada de tropeções que fizeram dos dois filmes uma vergonha. Porém, não estamos falando aqui do melhor jogo que você jogará, mas ele tem elementos únicos que fazem dele um jogo bastante diferente. Primeiro, porque de alguma forma você está jogando três diferentes jogos em uma história paralela. Segundo que são três personagens completamente diferentes, onde de alguma forma você se sentirá melhor jogando um ou com o outro. E acho que nesse diferencial o jogo vale muito a pena ser jogado. Você pode começar jogando com quem bem entender, mas o jogo te dá uma “forçadinha” para começar jogando com o Mariner. Terminei o jogo na dificuldade Hard com todos, onde admito que o desafio é bem interessante.

Com o Mariner o jogo fica mais voltado num terror psicológico, porque você está sozinho andando em ambientes enfestados de aliens e tudo em pleno breu. Você tem armas razoavelmente convencionais como revolver, metralhadora e shotgun e uma aniquiladora de aliens chamada Smartgun. Há também uma arma com sensor de movimento e mira para longa distância que é sensacional, a Scoped Rifle. A Scoped Rifle, a Shotgun e a Smartgun são as melhores armas do jogo, porém elas surgem nas horas certas o que dá uma sensação fake de “caça ao alien”. A Smartgun surge nas horas que o bicho realmente vai pegar, onde vai vir uma frota de aliens babando pra transformá-lo em berço. Além de aliens você encontra esporadicamente um Predador, o que não transforma o jogo em um pesadelo não.

Com o Alien o jogo se torna divertidíssimo. Você é frágil, despedaça em segundos, não tem armas alguma… mas você é o cara. Você é amigo da escuridão, vê tudo as claras, caça todo mundo com a maior tranquilidade. Acho que tem duas partes do jogo que são difíceis, o resto é apenas um passeio. Pior que não é aquele lance de jogo fácil por asneira, o jogo fica fácil porque você realmente é superior e caça todo mundo tranquilamente. O Alien tem um ataque “fulminante” que basta pegar qualquer mariner pelas costas, além de que o “monstrengo Gigeriano” anda tranquilamente por qualquer material, tanto no chão quanto na parede e no teto. Muitas das fases você pode passar batido por todos inimigos se quiser. O Predador surge como chefe e também não dá muita dor de cabeça.

O Predador é a maior decepção do jogo. É um personagem inútil, toda a força dele foi parar sei lá onde. As armas que fazem dos Mariners mais fortes, deixam o Predador um alvo fácil já que você começa o jogo com as garras e o tiro laser da clássica mira com 3 bolinhas. Tudo é muito limitado, o tiro laser dá para eliminar uns 3/4 alvos o resto se resolve na porrada. O Mariner aguenta mais porrada que o Predador (huh, faz sentido isso?) e além disso parece que o Predador é um maricas, não consegue eliminar um Alien facilmente não. A história é muito boa, porém vou comentar um pouco sobre isso no próximo parágrafo. O Predador vai evoluindo bem até, novas armas como o arpão e os discos fazem do jogo uma experiência melhor e ele se movimenta bem com pulos e ligando a camuflagem clássica dele. O último chefe é um desgraçado, o Predalien dá um trabalho do cão.

A história do jogo me decepcionou um pouco em apenas um fator. Você está em um planeta verificando escavações arqueológicas que misturam o Alien e o Predador? Como assim? Eles não são amigos, parentes… nem nada disso! Sem esse problema grotesco no roteiro, a história é boa para cada personagem, com o Mariner o lance é sobreviver e fugir do planeta com sua amiga hospedeira, com o Alien você é pego para experiência mas percebem que você é uma espécie de Alien superdotado, pronto para se tornar um Praetorian. Com o Predador você é um novato que vai atrás de ver o que ocorreu com outros Predadores que morreram, e ainda vai atrás de artefatos históricos, que o fazem superior. Essa parte é bem interessante, gostei muito.

Graficamente o jogo é bom, mas nada demais. Problemas de slowdown, paus de textura. Nada muito problemático, acreditem. O que eu adorei foi a movimentação do Alien, o rabo etc. Lindo, de verdade. O som do jogo é bom, músicas orquestradas na hora que o bicho vai pegar, tudo com muito suspense. Me lembrou muito os filmes clássicos do Aliens e do Predador. Os efeitos sonoros são bons, mas nada inesquecível. A jogabilidade é boa com o Mariner, ligeiramente falha com o Alien já que é fácil se perder andando pelas paredes e teto, e o Predador é extremamente falho. Parece que os braços dele são curtos, sei lá. É bem estranho. O multiplayer é bem legal, o problema é você encontrar uma alma para jogar. Vale a pena comprar? Olha, vale se você ama algum desses personagens e não liga muito para multiplayer. Para um retorno da série, acho que começaram com o pé direito.

Produtora: Rebellion Games
Distribuidora: SEGA Corp.
Distribuidora no Brasil: NC Games
Gráficos: 8
Jogabilidade: 7
Som: 8
História: 8
Nota-Geral: 8
(não é uma média)

O jogo esta disponível para Xbox 360, Playstation 3, PC e foi testada a versão de Xbox 360. Agradecimento especial a NC Games por ter cedido o jogo para análise.

Game | Fast Review — Halo: Reach

Eis que chega ao final a série Halo pelas mãos da Bungie. Sim, esse é o último jogo da série onde a empresa que o criou botará a mão. O porque disso é simples, a Bungie cansou de fazer Halo, cansou de Spartans, alienígenas etc. E cansou também de trabalhar abaixo da Microsoft. A Bungie fechou recentemente um acordo de distribuição com a Activision e desenvolverá jogos multiplataforma.

Halo: Reach é um first person shooter de Sci Fi, de uma série que vem se desenrolando a quase 10 anos. No meu ponto de vista, Halo é uma série e tanto. Excelente história, jogabilidade, música… Tudo na série foi muito bem caprichado, fazendo do antigo XBOX um concorrente a altura no meio de Gamecube e Playstation 2. A série começou contando a história do mais foda dos Spartans, o Master Chief. Conta o ápice da história dos Covenants contra humanos e se desenrola por três jogos sensacionais, em destaque para o segundo jogo da série. Logo depois veio Halo 3: ODST, uma história paralela ao Halo 3, onde se jogava com os ODST (soldados comuns). Eu achei o ODST apesar de curto, um jogo espetacular.

Bem, chegou a hora de Reach, onde conta a história de 5 Spartans que lutaram pelos humanos antes mesmo do Master Chief existir. Para evitar abrir a boca demais, vou só dar um parecer do que eu achei da história. No geral achei fraca sabiam? Sério, perto dos outros Halo ou até mesmo do ODST, achei Reach o mais fraco de todos. A história começa no meio do nada, tanto é que nem primeira missão tem (expansão?). Você não entende direito o que está acontecendo mas a história vai engrenando. Missões sem nexo até porque a história começa meio atropelada. Ok, tudo vai desenrolando bem até, mas senti que pela ausência de fatos realmente interessantes eles iam fazer como a Rede Globo, eliminar alguns personagens. Draminha aceito mas, você não pega “carinho” pelos personagens, você acaba gostando de algum deles por serem legais visualmente como é o caso do Emile, ou por ser uma mulher Spartan como é o caso da Kat, mas fica isso. Até descaradamente o último personagem a morrer tem a ver com isso que mencionei acima. Olha, eu até daria nota 7 para a história do jogo, mas não posso chutar tão assim para baixo, afinal de contas é uma boa história ainda.

Graficamente é tudo o que foi visto em ODST com leves melhoras. O jogo é muito bonito, novas armas com poderes diferentes, novos veículos, a inteligência evoluiu muito principalmente com inimigos pequenos que eram bem insignificantes antes. A física e o poder de armas e de defesa mudou bastante. Aquela sensação de flutuar durante o pulo que rolava antes não tem mais. O que me deixou bem fulo foi jogar o game no lendário. Como é difícil agora. Você toma um tirinho qualquer do inimigo e seu escudo vai embora. Pior que os inimigos estão difíceis de morrer, o que dá uma sensação do Spartan ser mais vagabundo que um ODST. Você pega um Covenant mais poderoso e demora muito para morrer, ele é muito mais superior do que você no campo de batalha. Ponto negativíssimo. Quer fazer a coisa ser mais honesta, deixa todo mundo igual. Não foi tão complexo terminar Halo: Reach no Lendário, mas não foi também uma experiência muito agradável também não. A sensação de jogo multiplayer é sentida durante o modo história muito dos inimigos você mata com disparo e coronhada. Gostei dessa integração, antigamente jogar a história era completamente diferente do que jogar o multiplayer. O audio é lindo como sempre, lindas músicas melhores que ODST inclusive, e um audio sensacional. A versão dublada está ótima, e evoluiu bastante das versões anteriores. O modo multiplayer está divertidíssimo como sempre e podemos esperar uma pancada de expansões para o título.

Olha, não quis ser negativo quando a Halo: Reach. Eu amo a série e esperava bem mais. O roteiro fraco me decepcionou um pouco. Acho que seria legal se o Pablo Villaça do site Cinema em Cena pudesse comentar sobre isso, mas acho que demandaria de muito tempo para ele poder dar uma posição já que teria que jogar tudo. E nem sei se ele gosta de jogar. :) Mas talvez a opinião dele seria +- como a minha. E um Spartan aqui é bem mais fraco do que o bom e velho Master Chief.

Produtora: Bungie
Distribuidora: Microsoft
Distribuidora no Brasil: Microsoft
Gráficos: 8
Jogabilidade: 8
Som: 10
História: 8
Nota-Geral: 8
(não é uma média)

O jogo esta disponível apenas para Xbox 360. Agradecimento especial a Microsoft do Brasil por ter cedido o jogo para análise.

Filme | Fast Review — O Aprendiz de Feiticeiro

Ganhei os ingressos em um sorteio do site Inside Games e fui assistir o filme com uma certa má vontade. Porque? Bem, é um filme da Disney, falando de feitiçaria, puxado para um público infanto-juvenil. Esses não são atributos que me fazem pular de alegria para ver um filme. Mas fui. Eu esperava bem menos do filme, admito. O filme é bem divertido, a histórinha é boba, mas é bem elaborada e com um enredo bem feito. Tudo na história é bem explicado, e a história se desenvolve bem até o fim do filme. A história é a clássica briga entre os magos Morganianos, seguidores de Morgana LeFay, contra os Merlinianos, que são logicamente os seguidores de Merlin. A história começa na era medieval em uma briga entre Merlin e Morgana, onde os 3 seguidores de Merlin, Balthazar Blake (Nicolas Cage), Maxim Horvath (Alfred Molina) e Veronica (Monica Bellucci) acabam brigando entre si, e Alfred Molina se torna um traidor. A história vai para o presente, onde Nicolas Cage (ou Chad Kroeger, tanto faz) está a procura de um verdadeiro Merliniano e se esbarra com um garoto CDF que é o tal “escolhido” (Jay Baruchel). Em um acidente em tal encontro entre Cage e Baruchel, Alfred Molina volta para aterrorizar e a história vai se desenrolando. Visualmente é um filme e tanto, os efeitos são muito bonitos e bem encaixados em toda a trama. A história é bonitinha, pois há duas pessoas apaixonadas atrás de seu amor “eterno” e outro ponto positivo é a Monica Bellucci que faz 5 minutos do filme, mas vale cada segundo. E nem falo de boa atuação… Os 3 atores principais, Nicolas Cage, Jay Baruchel e Alfred Molina mandam bem, com destaque ao senhor Molina, logicamente.

O Aprendiz de Feiticeiro é um filme que vale a pena ver, é divertido, visualmente legal. Vale a pena ser alugado em DVD.

Link: IMDB

Game | Fast Review — Alpha Protocol

Sabe aqueles títulos considerados “silenciosos”? Pois é, eu achava que Alpha Protocol seria um deles. Para quem não entendeu o termo, “jogo silencioso” é aquele jogo sensacional que poucos dão valor. Aquele jogo que vende pouco, não vem de uma grande empresa etc. Eu pensava que realmente Alpha Protocol seria um deles, sabem porque? Vamos aos fatos:

alpha protocol capa

- 4 anos de desenvolvimento… check!

- Desenvolvido pela Obsidian Entertainment, de KOTOR 2 e Neverwinter Nights 2check!

- Mistura de jogo de ação em FPS com RPGcheck!

Porém, o jogo é levemente banal e por dois simples e estúpidos motivos. O clássico problema de câmera. Ela atrapalha, você se perde, ficar no canto escondido é um inferno. Mas sabe, que é possível se adaptar a tal falha? Pois é, eu achei. Tanto que essa falha até que, não faz o jogo perder muito do seu brilho não. Agora, a próxima falha é imperdoável. Armas. O Mike tem disponível 4 tipo de armas, todas iguais mudando apenas a textura, feio isso, mas não é esse o problema ainda. As armas são, pistola, sub-metralhadora, shotgun e rifle. Um dos problemas sérios é que essas armas vão sendo abertas com o decorrer do jogo, ou seja, você joga na primeira fase de pistola, na segunda de pistola e sub-metralhadora, na terceira, das duas armas que você pode levar, você pode escolher entre as duas anteriores e a shotgun, e na quarta fase é onde finalmente abre o rifle. O problema sério é que a pistola é inútil. Você precisa descarregar um pente para o inimigo perder cerca de meia vida. Com a sub-metralhadora a coisa é um pouco mais complicada, você não acerta o inimigo de jeito nenhum, ele precisa estar a uns 2 metros de distância para fazer algum efeito. Com a 12 é fácil, precisa estar próximo ao inimigo (como em 99% dos jogos) e ela acerta bem e causa um estrago. Com o rifle o jogo fica bem mais divertido. As duas primeiras fases, o jeito é partir pra porrada para derrubar os inimigos. Na terceira fase, a shotgun é muito lenta o que é bem real, e deixa o jogo bem difícil, por isso a porrada ainda vira uma opção bem concreta. Na quarta fase, a porrada vira um auxílio paralelo e o jogo deslancha.

A inteligência dos inimigos é boa, mas o jogo tem um vício irritante. O inimigo vem lá de longe correndo na sua direção, ele chega e te dá um supapo na orelha, se você não brigar com ele, ele dá dois passos para trás e te acerta com tiro. Faz sentido isso? Além disso, se com a sub-metralhadora você não acerta ninguém de longe, porque o inimigo acerta? Graficamente o jogo é muito bonito, principalmente os cenários. A movimentação dos personagens +- e andar agachado com o inimigo é muito feio. Parece uma mulher de salto alto. A história é muito boa, e prende bem o jogo, inclusive chega e fazer esses problemas técnicos ficarem de lado. No geral é um daqueles jogos que valem a pena ser jogados. Se você ama jogo de espionagem, ele é um bom título. O título não tem quase nada de RPG, e sinceramente não é um RPG. Os quebra-cabeças apesar de repetitivos (4 tipos apenas), eles são bem divertidos e interessantes de se jogar.

Produtora: Obsidian Entertaiment
Distribuidora: SEGA Corporation
Distribuidora no Brasil: NC Games
Gráficos: 7
Jogabilidade: 6
Som: 7
História: 8
Nota-Geral: 6.5
(não é uma média)

O jogo esta disponível para Xbox 360, Playstation 3 e PC e foi testada a versão de Xbox 360. Agradecimento especial a NC Games por ter cedido o jogo para análise.



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