Ei, é o Carl Fredricksen!
UP — Altas Aventuras é um dos filmes que fazem parte das maravilhas criadas pela Pixar. A legenda original da foto é: “i’ll stop only when i’m done…”
Link: Original
Byte que eu gosto!
UP — Altas Aventuras é um dos filmes que fazem parte das maravilhas criadas pela Pixar. A legenda original da foto é: “i’ll stop only when i’m done…”
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Byte que eu gosto!
Vi no começo de dezembro esse documentário de 15 minutos sobre o Tarantino. É nacional, se passa em um bar com uma conversa amistosa entre Selton Mello e Seu Jorge. Ao meu ponto de vista é maravilhoso, explica diversos fatos nos filmes do Tarantino interligados. Vale muito a pena ver se você é fã do diretor/ator/balconista de locadora.
Link: Analisando Tarantino´s Mind@Obvious Mag
Morreu no dia 09/01, Dick Winters, ou Richard Winters foi um soldado norte-americano comandante da Easy Company, da divisão de paraquedismo 101 na segunda guerra mundial. A história dele e de seus companheiros foi contada na mini-série de 2001 da HBO chamada Band of Brothers, produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg algum tempo depois do filme O Resgate do Soldado Ryan. Dick Winters foi interpretado pelo ator Damian Lewis (Life) na série, onde acabou ganhando diversos prêmios e sendo bem reconhecido como um excelente ator.
Band of Brothers ao contrário de muita coisa que foi mostrada sobre a segunda guerra mundial, mostra o lado humano dos soldados, o companheirismo e as ações de estratégia que o próprio Dick Winters armava e fazia grande parte da sua tropa sair vida de missões extremamente difíceis. Eu acho essa série fantástica, uma das melhores que eu já vi na minha vida. Agradecimento especial a nossa fotógrafa Priscila Darré pela news.
Link: Pennlive.com

Eu não sou lá uma das pessoas que mais entendem de cinema (leia-se comum, não um Pablo Villaça), mas acho que a coisa mais difícil do mundo é fazer a continuação de um filme. Você pega Matrix por exemplo, o primeiro é excelente, o segundo é ruim e o terceiro péssimo. Mas em contra partida você pega Toy Story, o primeiro eu acho bom (sim, só bom), o segundo é excelente e o terceiro é fantástico. Agora imaginem a bucha que é fazer a continuação de um filme que foi um marco e para piorar 28 anos depois. Pois é, segue minha análise leve do que eu achei de “O Legado”.
O primeiro Tron é um filme difícil, é utópico em diversos aspectos. Ele é um filme lento para desenrolar a história, dá uma viajada grande do que poderia ser a informática hoje, mas trouxe muitas novas ideias para o cinema mundial. Não estou dizendo que é um filme ruim, é um filme difícil mesmo. Segue um ritmo diferente, cenas de ação lindas, cenas de muita falação. A história é boa, narra bem o começo de algo que realmente poderia ter uma continuação, porém tudo isso ficou guardado em uma gaveta empoeirada lá na Disney. 28 anos depois está ai, a continuação pronta, lançada e vista. O que dizer? Eu sai decepcionado, era como ver um amigo te traindo sabe? O filme não tem o mesmo ritmo, é tudo muito rápido. As cenas de conversação são muito pomposas, tudo tem muita pose. O moleque Sam Flynn (Garrett Hedlund, de Tróia e Eragon) constantemente está em ótimos closes, sei lá, eu achei extremamente bizarro. A história que praticamente não existe, é realmente ruim. O filho vai atrás do pai, chega lá cheio de malandragem, acha o pai e tudo desenrola em um erro da Qorra (Olivia Wilde, a XX de House) e pronto. Estou tentando evitar qualquer spoiler, se falei demais me desculpem. Jeff Bridges (Kevin Flynn dos dois Trons) faz um papel meio bobo, acho que na verdade os personagens fazem papéis bobos no geral. O veterano melhora no papel de CLU, o inimigo / irmão gêmeo digital de Kevin.
Infelizmente vi o filme em 2D, não sei como seria em 3D pois o visual é espetacular. Tudo muito escuro como no primeiro, com o mesmo conceito de iluminação dos personagens como se fosse neons. As motos foram aprimoradas, estão mais atuais e lindas. No geral tudo está mais moderno, o que era de se esperar, afinal de contas os sistemas se atualizam certo? Então se você acha importantíssimo o visual em um filme, TRON — O Legado é o seu filme. As motos deixam aqueles rastros e agora eles parecem levemente liquidos, há muita coisa visual baseado em água, até a fogueira na casa do Kevin Flynn é de água. As cenas de luta com o disco, as corridas de moto, os cenários das cidades, tudo muito lindo. Agora, o que é espetacular é a maquiagem feita no ator Jeff Bridges para torná-lo jovem como no primeiro filme, ficou perfeito. Parabéns a quem teve essa idéia mirabolante. A música e os efeitos são divinos. Daft Punk né? Tem até uma cena com eles no filme. Ponto positivo, ficou maravilhoso. Capturaram todo o espírito do filme (ou do que deveria ser o filme) e fizeram essa trilha fodástica.
No geral eu até gostei do filme, me deu vontade de ver novamente em 3D. Eu não indico ver dublado, ficou horrível. Parece filme tosco de sessão da tarde. Agradecimentos especiais ao Rodrigo Tadeu do site Inside Games por ter cedido os convites e pela Disney ter cedido a ele os convites.
Se alguma distribuidora de games quiser me emprestar/dar o Tron Evolution para X360, eu faço um review bem bacana.
Nós sabemos normalmente que raramente um filme baseado em jogo presta né? E o que falar do tal Principe da Persia? Olha, adicionem mais um a lista de fraquinhos, pois o filme realmente não empolga em nada. Quando vi as fotos durante a produção do filme, fiquei muito empolgado, o ator Jake Gyllenhaal estava perfeito, com cara e tipicamente vestido de “Príncipe”. Mas algo eu reclamei mesmo: “Porque o ator está vestido de Warrior Within?” Melhor eu explicar antes que complique mais minha análise. Prince of Persia é uma série de jogos, baseado em diferentes “universos” se assim podemos dizer. Há 3 trilogias, sendo duas delas já completas e deixando claro que nenhuma dessas trilogias tem relação de história e enredo uma com a outra. O filme é baseado no primeiro capítulo da segunda trilogia, o considerado renascimento da série pelas mãos da empresa francesa Ubisoft e desenvolvido pela melhor equipe que a empresa possui, o estúdio de Montreal no Canadá. Dessa segunda trilogia, “Sands of Time” é o melhor dos jogos. A história é mais leve com pitadas boas de humor, ele usa a adaga do tempo para evitar morrer, e enfrenta uma leva boa de inimigos bem variados e a história desenrola muito bem. A história se cruza muito com “aparições” da princesa no meio do percurso das fases e desenrola bem naturalmente, sem nenhum elemento de enredo errado para atrapalhar. Os outros dois jogos que são “Warrior Within” e o “Two Thrones”, são jogos mais violentos, com mais porrada, bem menos cenas acrobáticas de caminhar pela parede etc. Então imaginem que a Disney pegou o “recheio do bolo” de um dos melhores bolos que você já comeu e pode desenvolver um filme “perfeito” que poderia eliminar todas as babaquices de Uwe Boll e do resto que saiu bem errado quanto aos games em filmes. Mas o medo era grande, afinal é Disney né, e se houvesse algum sangue seria de menstruação e olhe lá. E realmente a Disney transformou algo bom, em um teenager movie onde nem bons atores conseguem desenvolver bons personagens.
Qual o problema? Jake Gyllenhaal tem cara de príncipe, mas não é “o príncipe”. Faz um papel xoxo, sem desenvoltura. Limitados bons diálogos, caras de mal cansativas e contracenar com uma princesa como a atriz Gemma Arterton? Ah não, pode parar. Ela é sonsa demais, péssima atríz, aquele “bico” siliconado dela não ajuda em nada. Faz bem até o papel de “princesinha emputecida”, mas ela é ruim, estraga o que o príncipe não está fazendo bem. Pior que o ator é bom demais, e ainda contracena com Alfred Molina que está excelente, Ben Kingsley que é sensacional e o razoavelmente desconhecido Richard Coyle, que eu sempre adoro o que ele faz. Resumindo, Prince of Persia — The Sands of Time é um passatempo acéfalo baseado em um dos melhores jogos de todos os tempos. Até as lindas músicas do jogo foram deixadas de lado e foram colocadas algo que não empolga. Cenários lindos, roupas maravilhosas… Você realmente se sente no universo Persa, mesmo com a mistura dos jogos etc. Visualmente é um filme lindo realmente, e com muito do universo do jogo. A foto abaixo mostra o artwork dos três jogos da segunda trilogia, o do meio seria o Warrior Within, bem semelhante ao príncipe do filme não?
Nos anos 90, Nicolas Cage queria ser o Superman. Ele e o Tim Burton tiveram a “excelente” idéia de fazerem o filme do homem de aço. Se você ai está reclamando que o mundo nem sempre é justo pense duas vezes, pois… Dessa vez foi bem justo. Nicolas Cage de Superman? Tim Burton dirigindo o Superman? Para! Pra mim, essa imagem deixa claro que seria um filme do Bizarro, não do Super Homem.
Inception (A Origem) é um filme e tanto. E algumas sátiras são bem comuns.
Seguem as quatro melhores que eu vi até agora.
A Capella Re-Dub (aumente o volume)
Upception
Inceptionauts
Como deveria ter acabado…
Ganhei os ingressos em um sorteio do site Inside Games e fui assistir o filme com uma certa má vontade. Porque? Bem, é um filme da Disney, falando de feitiçaria, puxado para um público infanto-juvenil. Esses não são atributos que me fazem pular de alegria para ver um filme. Mas fui. Eu esperava bem menos do filme, admito. O filme é bem divertido, a histórinha é boba, mas é bem elaborada e com um enredo bem feito. Tudo na história é bem explicado, e a história se desenvolve bem até o fim do filme. A história é a clássica briga entre os magos Morganianos, seguidores de Morgana LeFay, contra os Merlinianos, que são logicamente os seguidores de Merlin. A história começa na era medieval em uma briga entre Merlin e Morgana, onde os 3 seguidores de Merlin, Balthazar Blake (Nicolas Cage), Maxim Horvath (Alfred Molina) e Veronica (Monica Bellucci) acabam brigando entre si, e Alfred Molina se torna um traidor. A história vai para o presente, onde Nicolas Cage (ou Chad Kroeger, tanto faz) está a procura de um verdadeiro Merliniano e se esbarra com um garoto CDF que é o tal “escolhido” (Jay Baruchel). Em um acidente em tal encontro entre Cage e Baruchel, Alfred Molina volta para aterrorizar e a história vai se desenrolando. Visualmente é um filme e tanto, os efeitos são muito bonitos e bem encaixados em toda a trama. A história é bonitinha, pois há duas pessoas apaixonadas atrás de seu amor “eterno” e outro ponto positivo é a Monica Bellucci que faz 5 minutos do filme, mas vale cada segundo. E nem falo de boa atuação… Os 3 atores principais, Nicolas Cage, Jay Baruchel e Alfred Molina mandam bem, com destaque ao senhor Molina, logicamente.
O Aprendiz de Feiticeiro é um filme que vale a pena ver, é divertido, visualmente legal. Vale a pena ser alugado em DVD.
Link: IMDB
Eu andava pensando em instituir isso no blog, talvez uma pitada de ânimo para se começar a semana ou talvez para eu prestar minhas devidas homenagens a beleza humana!
Por quem começar? Acho que como ultimamente a linda Sasha Grey anda aparecendo muito na mídia, seria a pessoa certa, não?
Sasha Grey é uma atriz pornô nascida nos Estados Unidos em 1988 (22 anos). Linda, inteligente e além de tudo isso é uma mulher de muita opinião. Aparece aqui e ali opinando sobre sexo, direito das mulheres, machismo, internet e qualquer outro assunto que a interessar. E não estamos falando de fazer isso em revistas “especializadas” apenas não, ela abre a boca na mídia normal, programas de TV, rádio, jornais etc. Além de ser um rostinho bonito, ter um belo corpo e fazer sexo como você, eu e muitos NUNCA faríamos (de verdade, acreditem) é uma mulher inteligente e muito instruída, não abrindo a boca apenas por questão de querer aparecer.
Sasha Grey ainda teve a chance de fazer parte de um filme “normal” do diretor premiado Steven Soderbergh chamado The Girlfriend Experience, ou Confissões de uma Garota de Programa aqui no Brasil. Não tive a oportunidade de ver o filme, mas, de acordo com o que eu andei lendo, o filme não é dos melhores e nem a atuação dela. Pelo menos o poster é muito lindo, e falo em design gráfico etc. Além de atriz adulta é DJ e faz um pouco de tudo o que lhe der vontade. Ainda acho que a Sasha Grey deve surpreender com alguma novidade em breve, veremos. Eis o vídeo da divertida propaganda da Virgin Mobile USA que ela fez ao lado de Rob Halford da banda Judas Priest.
É complicado assistir um filme assim, sabe porque? Venho assistindo filmes “normais”, nada de muito destaque além de Toy Story 3 que eu achei maravilhoso, e claro que é um estilo completamente diferente do filme que estou comentando. Inception, ou A Origem é um dos melhores filmes que eu vi na minha vida. Excelente história, atores maravilhosos, efeitos especiais divinos e sem exageros. Eu diria que é um filme digno de vencer um Oscar tranquilamente, coisa que acho que deveria ter acontecido com o Batman: The Dark Knight. Claro que o mundo não é um lugar justo e por acaso o mesmo diretor dirigiu ambos os filmes, Christopher Nolan. O que dizer dele? Ultimamente um cara com excelentes cartas na manga (atores, filmes, roteiros…) e sabendo usar tudo o que pode dessas cartas, um excelente jogador de Poker. Ou você ai não gostou da atuação do póstumo Health Ledger como coringa?
A Origem é algo que prende por 2 horas e 30 minutos sem cansar, e vou tentar ser objetivo sem estragar a surpresa do filme. Leonardo DiCaprio é um ladrão especializado em roubar em sonhos. Ele busca informações confidenciais dentro da mente de pessoas importantes, documentos escondidos nessas certas pessoas e por ai vai. Ele forma e trabalha com uma equipe perfeita, compostos por atores de excelente calibre. Joseph Gordon-Levitt (da série 3rd Rock from the Sun da Sony e do filme GI Joe) que até então só fez papéis bobos, faz o papel de braço direito fodão de DiCaprio e olha, ele convence e muito. Ellen Paige (Juno, que eu não vi ainda) faz um bom papel como a arquitetinha gênio, a novata do grupo onde a história vai sendo contada e explicada. Tom Hardy (RocknRolla) que faz o papel de Eames, o força bruta da turma com estilo de gigolô e roleiro, e faz o perfeito papel de falsificador; Excelente interpretação, e um elemento chave muito bem utilizado! Ken Watanabe (Batman Begins e The Last Samurai) é o empregador que começa sendo o mala, chatão com panca de inimigo e que vira um dos melhores personagens do filme na minha opinião. E para fechar, Dileep Rao (Avatar) o químico e motorista da turma, faz um papel menor mas muito bom. Adicionando a esse time, participam ainda Cilliam Murphy (Batman: The Dark Knight) em um papel chave na trama toda e manda bem. O histórico Tom Berenger (Platoon e Nascido em 4 de Julho) como padrinho de Cilliam e outro elemento bem “usado” na história, a francesa Marion Cotillard (Peixe Grande) como ex esposa e fantasma da trama e para fechar nada mais nada menos que Michael Cane (Um Assalto a Italiana e Tubarão 2) como pai do DiCaprio.
Depois de tantos atores bons, o filme fica preso em ações temporaria diferentes. O real difere dos sonhos: 5 minutos da vida real é igual a 1 hora nos sonhos, então as coisas desenrolam paralelamente de forma bem diferente, uma simples ceninha no real, dá tempo de muita coisa nos sonhos. Inclusive há “interações” do mundo real, um tapa na cara da pessoa dormindo, representa um chacoalhão nos sonhos. Imagine entrando nesse mesmo aspecto água, ou gravidade? Por isso as cenas no trailer da briga no corredor com a gravidade alterada. O filme é muito ritmado, você percebe claramente que tudo encaixa bem, mesmo as vezes parecendo meio clichê, mas com A Origem é perdoável. É um filme que chama muita a atenção pelos efeitos especiais, mas nada exagerado. Tudo na hora certa, na medida correta, mesmo que uma base inteira na neve exploda. Incrível, faz sentido, não está acontecendo apenas para comprovar o alto custo do filme. Tem muita coisa que me linka o filme com Matrix (o primeiro, por favor), mas são algumas impressões, as cenas ritmadas, posicionamento de câmeras e talvez cenas em cidades vazias. É um filme e tanto, acho que ele substituirá algum no meu top 10 e digo mais, cada vez Leonardo DiCaprio está melhor! Para fechar, é um filme tenso, cheio de clichês que passam tranquilamente e não estragam nada o que a trama traz.
Link: IMDB
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